quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Final feliz para o buraco



Um dia após a veiculação da nova enquete sobre de quem seria a responsabilidade de fechar um buraco existente na calçada do buteco, logo de manhã vieram os funcionários do SAAE e fizeram o reparo na calçada, o buteco e os pedestres agradecem por terem recuperado o passeio publico. Mas como a ideia é descobrir a responsabilidade,vamos manter a pesquisa por mais um tempo e saber a opinião de mais leitores do blog. Eu particularmente acho que o responsável é o agente causador da ação, mas como cada um tem sua opinião vamos aguardar.

Agradecendo mais uma vez ao SAAE , peço a população para pagar a conta d'agua em DIAS (desculpe o trocadilho)


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Enquanto isso no mesmo horário do outro lado da rua...

Operação Quebra-mola!!!

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

FATOR QUEBRA-MOLA

Por Christian gurtner



Quem não conhece o chato e velho ¨quebra-mola¨? Também chamado de ¨lombada¨ ou ¨ondulação-transversal¨em algumas regiões do Brasil. A função teórica desse obstáculo do transito é muito simples: Obrigar o motorista a diminuir a velocidade. Mas obrigar como? Da seguinte forma: ou você pára ou seu carro já era. Na prática é diferente: A sinalização é péssima, os quebra_molas têm,muitos,tamanhos e formas absurdas (quase um muro) e você muitas vezes só descobre que existe um quando já está passando por cima, destruindo seu carro e colocando sua vida em risco. Sim quebra-molas matam.



Mas porque estou falando disso? O motivo é o seguinte: Ao pensar bastante sobre a existência do quebra-mola e sua função, conclui que o é mais que um obstáculo. Ele é um símbolo. Um símbolo tão forte e coerente com o nosso país, acho que deveria ser impresso na bandeira do Brasil. Quebra-mola para o novo símbolo nacional, já!



Para entender isso, vamos à simbologia. Quebra-mola é uma exclusividade de países sub-desenvolvidos, e o Brasil, com certeza é o líder absoluto em quebra-molas. Alguns países mais ricos, têm também, contudo são somente o que conhecemos como ¨sonorizadores¨, que só servem para alertar o motorista e não representam nenhum risco para o carro ou para a vida. Mas no Brasil é diferente. Os brasileiros não cumprem as leis de trânsito, as autoridades do trânsito são sangue-sugas e incompetentes, e os quebra-molas são os únicos que, através de uma espécie de ditadura, conseguem fazer a lei ser cumprida.



Pesquisando pela internet sobre os quebra-molas, descobri um artigo de Bob Sharp onde ele diz que o quebra-mola ¨È recurso burro e antinatural para reduzir a velocidade do tráfego¨Concordo, e digo mais: Isso reflete toda realidade brasileira, tanto o quebra-mola, quanto a definição do sábio Bob.



O FATOR QUEBRA-MOLA (FQM), que é como chamaremos essa simbologia agora, pode ser aplicado em toda e qualquer situação politica ou social do Brasil. Tentarei ilustrar: Imaginem um motorista, ele está numa estrada onde o limite de velocidade é de ridículos 30 km/h.Obviamente ele vai dirigir entre 60 e 80 km/h (isso se for um motorista MUITO prudente, pois os mais ¨comuns¨ vão estar a 100 ou 120km/h,pois nossa sinalização de trânsito, tanto quanto os limites de velocidade, deveriam ganhar o prêmio de melhor piada do século). Esse motorista vai se deparar com um quebra-mola que o obrigará, então, a diminuir a velocidade. A questão é que, logo que passar pelo quebra-mola, vai se deparar com a pista livre e aumentará a velocidade de novo.

Agora vamos aplicar o FQM: Um politico corrupto é preso pela Policia Federal (que tem se mostrado muito competente), fica alguns dias preso, é interrogado, monta-se CPI ou julgamento, ele é absolvido e logo já está exercendo seu papel de ladrão transvertido novamente.

Deu para entender? Policia= Quebra-mola, Judiciário/CPI=Pista livre para acelerar de novo.



Este é um exemplo entre milhares. Aplique o FQM em qualquer coisa do Brasil que você verá como é impressionantemente certo.

Agora me veio a idéia de que a policia, principalmente a militar, é bem parecida com o quebra-mola mesmo: se diminuir e passar com cuidado, tudo bem, mas se passar por cima, vai se arrebentar(com sopapos, abuso de autoridade, cacetete, etc.). Mas justiça seja feita: já vi muitos policiais competentes e sensatos, contudo, nesse caso, eles são atropelados pelo judiciário, pelos baixos salários, pela impotência de manter um prisioneiro preso e no final das contas todo mundo se f*** (é a única palavra que define isso, desculpe), menos os criminosos.

O FQM também se aplica na educação: O aluno acorda vai para aula do ensino publico e se depara com professores mal-pagos, mal-amados e com ordens de aprovar todo e qualquer aluno burro ou ignorante para que o índice de reprovação seja baixissimo nas estatísticas próximas das eleições. O que realmente impressiona é que muitos desses professores se recusam a educar marginais, e querem REALMENTE EDUCAR. E é ai que o professor se torna o quebra-moa dos alunos que, sem estimulo da sociedade e da midia para adquirir conhecimento, vêem aquilo como uma obrigação e, logo que toca o sinal, vão embora correndo para assistir Malhação, Big Brother, Gugu, Faustão, e outras porcarias populares.

Observando o FQM de forma mais generalizada, podemos ver uma ampla e triste variedade de aplicações. O quebra-mola, no trânsito, é a consequência de um país mal-governado, mal-habitado e mal-educado. Não se consegue - eu diria ¨quer¨ - educar e impor limites, então usa-se um tosco quebra mola para ameaçar a vida e o património do cidadão, que são as únicas coisas que parecem respeitar. E assim o FQM é aplicado em tudo: Ao invés de educar, cria-se cotas racistas nas universidades; Ao invés de fazer boas estradas, prega-se placas com limites de velocidade ilusórios;Ao invés de prender, abre espaço para as empresas de segurança particular; Ao invés de punir corruptos, abafa-se o caso para a população não se sentir ferida, ao invés de criar vergonha na cara e não fazer sexo em praia pública, manda-se bloquear o You Tube... e por ai vai....

Mas quem se importa? Enquanto houver bunda, futebol e Carnaval, deixa o resto pra lá


fonte:www.escribacafe.com

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Um pedaço de paraíso






Em minhas andanças pelo Norte de Minas, encontrei em Francisco Sá esse pedaço de paraíso, um lugar pra se descansar e curtir a natureza, um lugar que as pessoas da região chamam poeticamente de "Dois Riachos".

Quão sortudos são vocês, da minha amada Brejo das Almas, por terem um lugar tão paradisíaco para poderem passar os fins de semana, os feriados, os momentos de lazer...

Meu maior espanto e alegria veio quando fiquei sabendo se tratar de uma propriedade particular, e que os atuais proprietários não cobram nenhum centavo para que as pessoas possam frequentar o lugar.

Mas, em meio a alegria e paz que encontrei, uma coisa me chamou a atenção e me entristeceu... o fato de tanto lixo espalhado pelo lugar. Sacolas plásticas, garrafas quebradas, garrafas e copos descartáveis, papel, até fraldas descartáveis encontrei jogado por esta paisagem que, não fosse o lixo, diria paradisíaca.

Então, caros privilegiados de Francisco Sá, não deixem seu paraíso se perder. Já que vocês tem um lugar tão precioso como esse, e de graça, não deixem a poluição e a sujeira acabar com ele, pois quero poder voltar outras vezes a esse lugar e encontrar minhas lembranças de paraiso.

Nas ondas do poder da informação

Nas ondas do poder da informação

Micróbio Atômico

Desde o surgimento do homem, que a necessidade de se comunicar e permutar informações se mostrou extremamente crucial para o desenrolar de sua evolução. A troca de conhecimentos e experiências constitui as bases da sociedade como a conhecemos hoje. Um modelo de agrupamento de epistemes e valores que enraízam toda a base do que nós, mortais, denominamos Estado.

Com o surgimento da sociedade, os homens transferem uma certa dose de poder a um determinado número de indivíduos para que esses possam cuidar de suas preocupações e garantir a comodidade e segurança do todo, um verdadeiro contrato, onde há cessões e concessões. Mas, porém, contudo e todavia, ao delimitar poder a alguém, sugeitamo-nos a ficar a mercê de algum engraçadinho que, fazendo uso de má fé, derrube a ordem do sistema e administre mal o poder que a sociedade lhe disponibiliza.

Bela e linda democracia, mãe de todos os sonhos de igualdade e liberdade que, de alguma forma, permeiam o imaginário do ser humano (poético, né?!), mal sabem os gananciosos e sedentos de poder que a mão que dá também pode tomar, que o diga nosso Fernandinho Collor de Melo (e eu diria ao nosso atual presidente: - Cuidado seu Lula, não vá seguir o mesmo caminho...). O poder sobe à cabeça e metamorfoseia a ética e os valores de todos aqueles que dela desfrutam.

Mas não sou só eu ou você que, às vezes, queima os neurônios se indignando com a postura e conduta dos homens que cuidam dos homens, parece que essa preocupação vem de longa data, pois Max Weber já dizia em seu tempo que “todo homem que ingressa na política aspira ao poder”. E a comunicação, em meio ao jogo em que transformara a nossa sociedade, se torna o canal de acesso.

E associado a essa grande capacidade nossa de nos comunicar e desenvolver mensagens e informação, o poder é capaz de criar ou destruir reinos com apenas uma palavra. Uma imagem pode ser manipulada para persuadir, marionetes ganham vida a todo instante, enquanto se toma champangne nos bastidores do poder. Mas o canal também é vilão, afinal, nenhuma mensagem toma forma sem um veículo que a faça circular.

A globalização em que os viventes do século XXI se encontram, seguida da evolução e fortalecimento dos meios de comunicação e mais, a criação de uma consciência participativa, ainda fazem com que se sintam ludibriados com o poder exercido pela comunicação, desde que descoberta como ferramenta.

Desde muito, a comunicação é utilizada para criar ícones, mas o segundo milênio da era cristã a transformou em instrumento, arma capaz de mobilizar, engajar e promover participação dos públicos. Os políticos partidários já descobriram sua força, e as empresas, cada dia mais, se engajam no aprimoramento de sua comunicação, tanto com o seu público interno como externo.

A partir do momento que descobriram a necessidade de ter voz ativa e vez na democracia, as empresas começaram a bolar meios de expor suas filosofias e seus produtos à sociedade, o que nada mais é que uma forma de adquirir poder. Bendito esse tal de poder, né?! Algo capaz de desencadear uma busca louca e frenética de formas de conquistá-lo.

A todos os cantos da nossa sociedade deparamo-nos com seres ditos racionais, mas que se enlaçam numa briga desenfreada por um pouco de poder, por um pedaço maior do bolo, por um espaço maior ao Sol. Lançam mão dos bens mais preciosos do homem moderno, a ética e a moral.

Os meios de comunicação deixam de cumprir seu papel de informar e entreter e passam a ser canais de disputas, disputas acirradas e desleais e, na maioria das vezes baixas. Enquanto isso, o homem de bem, o trabalhador, a criança, o cidadão, ficam em meio a um campo de batalhas, sob fogo cruzado, correndo risco de serem alvo de alguma bala perdida ou de se respingar com a sujeira provinda de algum lugar...
Poder... Poder... Desgraçado Poder... que faz despertar no dito ser humano civilizado os sentimentos mais mesquinhos, que haviam sido enterrados com os extintos Neanderthaus...

Mas onde e como conseguir o tão sonhado poder?

A chocante e irônica verdade é que a própria sociedade é que transfere o poder aos gananciosos que vivem correndo atrás dele. O que fazer? Paciência e consciência, quem sabe sejam as únicas coisas sensatas a serem feitas.

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

LINS A GUARABIRA, passando pelo Buteco.



Recebemos a visita de dois motoqueiros da cidade de lins, interior Paulista, viajando rumo a Guarabira no Estado da Paraíba, os dois estão curtindo umas férias e vieram conhecer o buteco por indicação do Papa-Defuntos, outro também de Lins que já passou várias vezes por aqui.José Raymundo a bordo de uma Hornet 600 e Zequinha funileiro em uma Twister, tomaram umas brejas geladinhas e após um descanso no Hotel Amaralina, seguiram sua viagem rumo ao nordeste, agradecemos a visita e acrecentamos mais amigos ao nosso cotidiano, boa viagem.

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Dia de Folga

Curtindo uma folga fomos até a casa de Zé Lopes dar uma relaxada e tomar  cerveja e chopp com alguns amigos e colocar o papo em dia. Como sempre rolou um churrasco, almoço feito por Fatima, irmã de Zé e esposa de Elano, e muita bebedeira e como não podia faltar violão e muita cantoria.