From: Flávio Leão <f.leaoounico@hotmail.com>
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
sexta-feira, 20 de novembro de 2009
ASSIM ERA O NOSSO BREJO - PARTE 3 - ELEIÇÕES
´Por Enoque A.Rodrigues
*Outrora, nos dias de eleições, o lugarejo tomava feições de grande cidade.
Logo de manhã começavam a chegar os grupos de eleitores, vindos dos núcleos
mais populosos, sempre chefiados pelos cabos eleitorais. Muitos deles
calçavam pela primeira vez um par de sapatos, de modo que andavam pisando em
ovos!... Quando os dedos, imprensados lá dentro, começavam a "pegar fogo",
eles punham os sapatos no ombro e andavam engravatados... Mais claro, sem
eles!...*
*As eleições do passado tanto em "nosso brejo" como nas demais partes do
Brasil, pareciam ser bem mais honestas que as atuais, pois o eleitor votava
quase sempre no candidato do seu chefe. Havia naquele tempo em Brejo das
Almas, hoje nossa querida Francisco Sá, beldade do norte de minas, dois
candidatos fortíssimos que sempre concorriam as eleições do lugarejo: O
coronel Jacinto Silveira e o coronel Olimpio Dias, seu compadre. O primeiro,
ou seja, o coronel Jacinto era partidário do Dr. Honorato José Alves, seu
dileto amigo e deputado, enquanto o segundo, ou seja, o coronel Olimpio
Dias, acompanhava o deputado Camilo Prates. Na única secção eleitoral que
existia, o coronel Jacinto Silveira se postava de um lado e o coronel
Olimpio Dias do outro. Quando entrava o eleitor, este recebia a cédula de
seu chefe respectivo, colocando-a depois na boca da urna. Quando terminava a
eleição, já se sabia do resultado, pois ganhava aquele que levara maior
numero de eleitores. E o coronel Jacinto Silveira era sempre o vencedor. *
*Certa ocasião, um eleitor do coronel Jacinto de nome João Magalhães ganhara
um cavalo para votar no candidato contrário. Na hora da votação, quando ele
entrou na secção, o candidato Olimpio Dias, que lhe dera o cavalo,
passou-lhe a cédula. Admirado o coronel Jacinto virou-se para ele e disse:
"Compadre, este eleitor é meu eleitor! O senhor talvez o esteja confundindo
com outro..." João Magalhães, muito desapontado, recebeu a cédula do coronel
Jacinto e colocou-a na urna. Olimpio Dias, sem querer revelar o que se
passara, fuzilou-o com um olhar mortífero... Quando terminou a eleição, João
Magalhães já estava sem o cavalo!... *
*SEMANA QUE VEM TEM MAIS SOBRE AS ELEIÇÕES DE OUTRORA EM "NOSSO BREJO". NÃO
PERCAM. *
Alô prefeito de Francisco Sá! Você viu como é lindo o site de Capitão Enéas,
com metade da população de Francisco Sá? Quando é que você vai colocar no ar
um site, a altura e importância de nossa cidade, e de nós, "brejeiros"?
Vamos divulgar nossa cidade e tudo o que ela tem de melhor. Em São Paulo, há
quase 40 anos, jamais deixei de fazer isso.
Um grande abraço, meus queridos conterrâneos. Enoque A Rodrigues, SP.,
Blog:
http://enoque.rodrigues.zip.net/index.html
*Outrora, nos dias de eleições, o lugarejo tomava feições de grande cidade.
Logo de manhã começavam a chegar os grupos de eleitores, vindos dos núcleos
mais populosos, sempre chefiados pelos cabos eleitorais. Muitos deles
calçavam pela primeira vez um par de sapatos, de modo que andavam pisando em
ovos!... Quando os dedos, imprensados lá dentro, começavam a "pegar fogo",
eles punham os sapatos no ombro e andavam engravatados... Mais claro, sem
eles!...*
*As eleições do passado tanto em "nosso brejo" como nas demais partes do
Brasil, pareciam ser bem mais honestas que as atuais, pois o eleitor votava
quase sempre no candidato do seu chefe. Havia naquele tempo em Brejo das
Almas, hoje nossa querida Francisco Sá, beldade do norte de minas, dois
candidatos fortíssimos que sempre concorriam as eleições do lugarejo: O
coronel Jacinto Silveira e o coronel Olimpio Dias, seu compadre. O primeiro,
ou seja, o coronel Jacinto era partidário do Dr. Honorato José Alves, seu
dileto amigo e deputado, enquanto o segundo, ou seja, o coronel Olimpio
Dias, acompanhava o deputado Camilo Prates. Na única secção eleitoral que
existia, o coronel Jacinto Silveira se postava de um lado e o coronel
Olimpio Dias do outro. Quando entrava o eleitor, este recebia a cédula de
seu chefe respectivo, colocando-a depois na boca da urna. Quando terminava a
eleição, já se sabia do resultado, pois ganhava aquele que levara maior
numero de eleitores. E o coronel Jacinto Silveira era sempre o vencedor. *
*Certa ocasião, um eleitor do coronel Jacinto de nome João Magalhães ganhara
um cavalo para votar no candidato contrário. Na hora da votação, quando ele
entrou na secção, o candidato Olimpio Dias, que lhe dera o cavalo,
passou-lhe a cédula. Admirado o coronel Jacinto virou-se para ele e disse:
"Compadre, este eleitor é meu eleitor! O senhor talvez o esteja confundindo
com outro..." João Magalhães, muito desapontado, recebeu a cédula do coronel
Jacinto e colocou-a na urna. Olimpio Dias, sem querer revelar o que se
passara, fuzilou-o com um olhar mortífero... Quando terminou a eleição, João
Magalhães já estava sem o cavalo!... *
*SEMANA QUE VEM TEM MAIS SOBRE AS ELEIÇÕES DE OUTRORA EM "NOSSO BREJO". NÃO
PERCAM. *
Alô prefeito de Francisco Sá! Você viu como é lindo o site de Capitão Enéas,
com metade da população de Francisco Sá? Quando é que você vai colocar no ar
um site, a altura e importância de nossa cidade, e de nós, "brejeiros"?
Vamos divulgar nossa cidade e tudo o que ela tem de melhor. Em São Paulo, há
quase 40 anos, jamais deixei de fazer isso.
Um grande abraço, meus queridos conterrâneos. Enoque A Rodrigues, SP.,
Blog:
http://enoque.rodrigues.zip.net/index.html
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
"ASSIM ERA O NOSSO BREJO - HOJE FRANCISCO SÁ - 1920-1930'
por Enoque A. Rodrigues
Dois séculos separavam a nova geração da bandeira de Antonio Gonçalves Figueira: e só agora é que as reminiscências criadoras daqueles sertanistas formavam um amontoado de casas simples, com alguns arruamentos, tendo como ponto principal o inconfundível e nunca ausente Largo da Matriz. Na entrada do lugarejo, para quem vinha de Montes Claros, via-se uma pequena fazenda de área limitada, na encosta do Morro do Mocó, justamente o local onde a tradição e a lenda diziam achar-se enterrado um rico e fabuloso tesouro! A medida que o forasteiro ia entrando daquele lado, os meninos apontavam quando interrogados, os nomes dos moradores: Ali, naquela casa com um coqueiro em frente, mora “Sá Jacinta”, uma velha que tem uma fazendinha com algumas vacas leiteiras: naquela outra, mora um negociante de secos e molhados, chamado “Nezinho Pena”: mais a frente outro de nome “Juca Brinco”, nome oriundo de um brinco natural que possui atrás das orelhas. Entrando-se naquele beco, dá-se na casa de Pedro Ferreira, escrivão de paz: mais para a esquerda, atrás da Igreja, a loja de “João Caixeiro”, a venda de Patrício Pena. Andando-se mais um pouquinho, saia-se no Largo da Matriz, o principal do lugar, pois era nele que estava a casa grande e aconchegante do chefe – o coronel Jacinto Alves Silveira, o fundador do lugar. Ao lado, um velho casarão, à guisa de mercado, pouso obrigatório daquelas legiões de tropeiros que enfeitavam as estradas do Sertão, vindos de todas as regiões do norte de minas e Bahia.
Passando-se por aquela travessa, dava-se no “Largo do Comércio”, justamente o centro comercial do pequeno distrito de “Brejo das Almas”. Era nele que se formavam os grupinhos, à porta dos vendeiros, para discutirem os últimos preços em voga na feira, pois naquele tempo não era uso ainda falar mal e desejar as mulheres alheias...Também, infeliz de quem o fizesse, porquanto o trabuco estava sempre ali à socapa!...
Para quem olhasse cá da esquina do Mercado, via-se outra esquina – a da farmácia – onde palestravam o Farmacêutico Francelino Dias, mais conhecido pela alcunha de “França” (que muito tempo depois após o pequeno distrito se transformar em cidade, veio a ser um de seus vereadores), com seu grande amigo Rogério. França estudara no Seminário de Diamantina e exercia, por força das circunstâncias, também a profissão de médico, em cuja clinica, podia dizer que era um verdadeiro perito, tal a consciência com que a praticava! Órfão de pai, sua família estava agora sob a chefia do padrasto, também negociante das fortes, mas de fazendas e armarinho. Chamava-se Carlos de Oliveira Pena, ou simplesmente “Sô Carrinho”. “Sô Carrinho” era do tipo dos negociantes do tempo antigo, que não faziam propaganda e nem precisava atrair a frequezia. Pachorrento no interior do balcão ficava horas esquecidas enrolando seu cigarrinho de palha, enquanto fumegava outro preso aos dentes. Amigo incondicional do Coronel Jacinto, amizade esta de muitas raízes, ele era homem de influência, principalmente nas épocas de eleições. Foi o primeiro Vice-Presidente da Câmara, falava pouco, lia o seu jornalzinho e, vez por outra, para se desincumbir da confiança do Governo, visitava a Escola Pública na qualidade de Inspetor. Já seu irmão Estelito, era bem diferente! Na esquina do Mercado, negociante de duas portas, levava o dia inteiro quase que a contar mentiras, mentiras inocentes – tipo das que contava Monsenhor João Floriano, do Arcebispado de Diamantina. De cócoras em cima do passeio, numa roda de ouvintes, ia desfolhando as páginas de suas “memórias”, apontando com sede do feito a cidade de Pomba, na zona da Mata. Onde residira por muitos anos. Há certas pessoas assim: para não serem desmentidas, apontam o fato em lugares bem distantes ou, parece incrível, citam testemunhas que já morreram! “Mané de Vovó”, por exemplo, um mestiço criado pelo Padre Augusto, sendo contestado numa roda no meio da qual contara um fato inverossímel, virou-se naturalmente para o interlocutor e exlamou! “Que sabê a verdade? Prergunta para o finado Padre Tergino! E assim era o nosso Brejo. Um grande abraço meus conterrâneos de Francisco Sá e região. Enoque A Rodrigues, de São Paulo, SP.
Visite o blog do Enoque em http://enoque.rodrigues.zip.net
Dois séculos separavam a nova geração da bandeira de Antonio Gonçalves Figueira: e só agora é que as reminiscências criadoras daqueles sertanistas formavam um amontoado de casas simples, com alguns arruamentos, tendo como ponto principal o inconfundível e nunca ausente Largo da Matriz. Na entrada do lugarejo, para quem vinha de Montes Claros, via-se uma pequena fazenda de área limitada, na encosta do Morro do Mocó, justamente o local onde a tradição e a lenda diziam achar-se enterrado um rico e fabuloso tesouro! A medida que o forasteiro ia entrando daquele lado, os meninos apontavam quando interrogados, os nomes dos moradores: Ali, naquela casa com um coqueiro em frente, mora “Sá Jacinta”, uma velha que tem uma fazendinha com algumas vacas leiteiras: naquela outra, mora um negociante de secos e molhados, chamado “Nezinho Pena”: mais a frente outro de nome “Juca Brinco”, nome oriundo de um brinco natural que possui atrás das orelhas. Entrando-se naquele beco, dá-se na casa de Pedro Ferreira, escrivão de paz: mais para a esquerda, atrás da Igreja, a loja de “João Caixeiro”, a venda de Patrício Pena. Andando-se mais um pouquinho, saia-se no Largo da Matriz, o principal do lugar, pois era nele que estava a casa grande e aconchegante do chefe – o coronel Jacinto Alves Silveira, o fundador do lugar. Ao lado, um velho casarão, à guisa de mercado, pouso obrigatório daquelas legiões de tropeiros que enfeitavam as estradas do Sertão, vindos de todas as regiões do norte de minas e Bahia.
Passando-se por aquela travessa, dava-se no “Largo do Comércio”, justamente o centro comercial do pequeno distrito de “Brejo das Almas”. Era nele que se formavam os grupinhos, à porta dos vendeiros, para discutirem os últimos preços em voga na feira, pois naquele tempo não era uso ainda falar mal e desejar as mulheres alheias...Também, infeliz de quem o fizesse, porquanto o trabuco estava sempre ali à socapa!...
Para quem olhasse cá da esquina do Mercado, via-se outra esquina – a da farmácia – onde palestravam o Farmacêutico Francelino Dias, mais conhecido pela alcunha de “França” (que muito tempo depois após o pequeno distrito se transformar em cidade, veio a ser um de seus vereadores), com seu grande amigo Rogério. França estudara no Seminário de Diamantina e exercia, por força das circunstâncias, também a profissão de médico, em cuja clinica, podia dizer que era um verdadeiro perito, tal a consciência com que a praticava! Órfão de pai, sua família estava agora sob a chefia do padrasto, também negociante das fortes, mas de fazendas e armarinho. Chamava-se Carlos de Oliveira Pena, ou simplesmente “Sô Carrinho”. “Sô Carrinho” era do tipo dos negociantes do tempo antigo, que não faziam propaganda e nem precisava atrair a frequezia. Pachorrento no interior do balcão ficava horas esquecidas enrolando seu cigarrinho de palha, enquanto fumegava outro preso aos dentes. Amigo incondicional do Coronel Jacinto, amizade esta de muitas raízes, ele era homem de influência, principalmente nas épocas de eleições. Foi o primeiro Vice-Presidente da Câmara, falava pouco, lia o seu jornalzinho e, vez por outra, para se desincumbir da confiança do Governo, visitava a Escola Pública na qualidade de Inspetor. Já seu irmão Estelito, era bem diferente! Na esquina do Mercado, negociante de duas portas, levava o dia inteiro quase que a contar mentiras, mentiras inocentes – tipo das que contava Monsenhor João Floriano, do Arcebispado de Diamantina. De cócoras em cima do passeio, numa roda de ouvintes, ia desfolhando as páginas de suas “memórias”, apontando com sede do feito a cidade de Pomba, na zona da Mata. Onde residira por muitos anos. Há certas pessoas assim: para não serem desmentidas, apontam o fato em lugares bem distantes ou, parece incrível, citam testemunhas que já morreram! “Mané de Vovó”, por exemplo, um mestiço criado pelo Padre Augusto, sendo contestado numa roda no meio da qual contara um fato inverossímel, virou-se naturalmente para o interlocutor e exlamou! “Que sabê a verdade? Prergunta para o finado Padre Tergino! E assim era o nosso Brejo. Um grande abraço meus conterrâneos de Francisco Sá e região. Enoque A Rodrigues, de São Paulo, SP.
Visite o blog do Enoque em http://enoque.rodrigues.zip.net
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
LEI ANTI-FUMO? QUE TAL 'LEI ANTI-HIPOCRISIA'
Por Christian Gurtner
Parabéns não-fumantes! Vocês conseguiram acabar com a fumaça nos bares. Espero que o carro de vocês esteja regulado e seja um modelo mais novo, pois, caso contrário, vocês exalam uma fumaça muito pior que a de um fumante.
Agora que já pegaram o cigarro “pra Cristo”, vamos para as ações realmente importantes: tirar da rua qualquer veículo que esteja poluindo, não só o ar como os ouvidos. Aquelas motos infernais? FORA! Aqueles caminhões que soltam tanta fumaça que você não consegue enxergar o que tem à frente? FORA! Carro velho? FORA!
Aqui no Brasil quanto mais velho o carro, menos imposto paga. E isso devia ser o contrário, como em outros países, onde quanto mais velho e poluente o carro, maior o imposto, desencorajando assim o uso desses gigantescos cigarros coletivos.
Se o seu carro/caminhão solta fumaça na minha cara na rua, não me venha proibir de soltar a fumaça do meu cigarro na sua.
Não só os carros, mas também as fábricas, criam um ambiente onde o cigarro se torna uma moeda muito pequena.
A poluição atmosférica mata indiretamente, em média, oito pessoas por dia na cidade de São Paulo. É o que revela a pesquisa realizada pelo Núcleo de Estudos para o Meio Ambiente da Universidade de São Paulo (USP). A exposição aos diversos poluentes emitidos também reduz a expectativa de vida dos habitantes
Fala-se muito em “cigarro aqui” e “cigarro ali”. Talvez o governo achou um substituto para ressarcir a grande quantidade de dinheiro que perderá se todos pararem de fumar.
Em vários países civilizados, as fábricas são obrigadas a divulgar ao público o grau de poluição de seus produtos. Aqui no Brasil esses dados são censurados ao público em geral, bem como vários outros dados e estatísticas sobre os efeitos da poluição criada pelos automóveis e outras máquinas.
Pensamento inconsciente típico de um não-fumante brasileiro (baseado em fatos reais sobre grande parte deles): “O cigarro faz mal, eu não gosto e não fumo, portanto os fumantes estão proibidos de fumar perto de mim. O quê? Meu carro polui? Mais que o cigarro? Faz mal pra mim e para todos à minha volta? Ah, mas isso não dá pra resolver né? Eu preciso do meu carro e não posso comprar um modelo menos poluente”
As principais vítimas da poluição são crianças e idosos, mas a saúde de todos é afetada.
Talvez seja hora de “marcar” outros produtos além do cigarro, planejei o exemplo abaixo para poder ser usado na prática:
Em uma cidade com o ar poluído, o risco de infarto cresce 75% se comparado com uma cidade de ar limpo.
Mas o não-fumante é um fumante inveterado:
“Mesmo sem querer, eu fumo dois cigarros por dia. A poluição faz todo mundo fumar, inclusive aqueles que não podem, como as gestantes e os asmáticos”, explicou [o professor Saldiva]. “E alguns fumam mais, como motoristas de ônibus e fiscais de trânsito, que ficam mais expostos à poluição”
A vitória só pode ser cantada quando a guerra termina. Mas o brasileiro é ingênuo o bastante para cair nas demagogias do governo. O cigarro pode fazer mal, sim, e muito, e ninguém é obrigado a ser vítima do vício alheio, mas o governo gosta de resolver problemas relativamente pequenos e mais fáceis para convencer os brasileiros que ele se preocupa com sua saúde. Chega de ignorância e chega de hipocrisia. Não me venham falar de saúde pública enquanto não acabarem com o grave problema dos automóveis poluidores – poluidores do ar e dos ouvidos.
Ah, e por falar em poluição sonora, vamos fechar com outro fato, e deixar para voltar ao cigarro quando problemas maiores forem resolvidos:
Além de incômodo, o barulho afeta a saúde física e psicológica das pessoas, gerando estresse, ansiedade e aumento da pressão sanguínea. Quando o ruído é intenso e prolongado, pode causar alterações irreversíveis, como a perda da audição.
Fonte http://www.escribacafe.net/
APENAS 3 HOMENS ANDARAM SOBRE AS ÁGUAS...
Três homens andaram sobre as águas em toda a história da Humanidade:
O primeiro foi Cristo.
..
O segundo foi Pedro.
...
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O terceiro foi Ivangivaldo.
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Ivangivaldo?
....
Quem é Ivangivaldo???
..
O cara da foto abaixo!
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E-mail em minha caixa de entrada enviado por Sérgio Leandro
Sergiocaptamefala@yahoo.com.br
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