sábado, 28 de agosto de 2010

Bingo e prova de Team Penning







Chamada ‘a prova da família’, o Team Penning no Brasil atrai a cada ano um numero maior de adeptos. A prótica da modalidade tem se expandido em Toda Minas Gerais e
com este intuito que o Parque De Vaquejada Vai-Se-Ve traz pra Vocês com muita
Satisfação a Competição de TEAM PENNING!”


REGULAMENTO DE TEAM-PENNING



REGRAS



*0 JUIZ- O Juiz e a autoridade máxima da prova não podendo ser desacatado, ele tem o poder de desclassificar ou penalizar qualquer um competidor que venha a infringir qualquer uma das regras do regulamento.



*0 COMPETIDOR- O Competidor podendo ser adulto homem ou mulher ou crianças deve ter postura competitiva e esportiva, pois não é permitido nem dentro nem fora da pista de competição qualquer manifestação de exaltação ou agressão mesmo que seja feita verbalmente, o uso de palavras de baixo nível fora ou dentro da pista de competição e desclassificação sem direito de questionamento por parte do competidor, podendo o Juiz fazer uma advertência se achar pertinente antes de desclassificar o competidor.






*VESTIMENTA - O competidor de Team Penning independente da sua categoria ou sexo teve estar trajado com calça, camisa de manga comprida ou gola pólo, chapéu ou boné e bota ou botina. Sendo ele impedido de participar da prova ou ate mesmo desclassificado após o termino da sua prova sendo uma escolha do Juiz, caso não obedeça a esses critérios.






*ARREIOS E ASSESSÓRIOS – Em competições oficiais é exigido a utilização de sela americana e arreio de boca (freio, bride, bridão...) não podendo ser utilizado professoras ou qualquer outro similar, as esporas e chicote não tem seu uso obrigatário ficando assim a critério do competidor, podendo também ser usados outros assessórios como a gamara, mastical caneleiras, etc. Em provas não oficiais poder ser usado outros arreios desde que seja permitido pelo Juiz.






* A PROVA — O trio chamado em pista tem o prazo de 1 (um) minuto para se apresentar, a não apresentação implicara em desclassificação do mesmo. Dentro da pista de competição cortada por uma linha demarcatória, ficam 30 (trinta) novilhos em uma das extremidades e na outra uma equipe de três competidores montados, onde também há um curral. A boiada e identificada por grupos de 3 (três) bois, separados por números ou cores. O competidor tem o prazo de 1 (um) minuto e 30 (trinta) segundos após a autorização do Juiz para prender os bois determinados por etc, caso aconteça de não ter na pista os três bois do grupo determinado pelo Juiz.tem a repetição da sua prova, faltando 30 (trinta) segundos para o término da prova os competidores devem ser avisados, ficando a utilização desse critério a escolha do Juiz. E permitido ao trio ‘fechar’ 1 (um), 2 (dois) ou 3 (três) bois, desde que cumpram o tempo. Porém, o trio que prender 3 (três) bois tem colocação superior aos que prenderem menos bois e, assim, sucessivamente. Após ter prendido os bois, pelo menos um dos competidores deve levantar a mão de forma a encerrar a prova. Um aspecto importante é que somente 4 (quatro) animais podem ultrapassar a linha demarcatória no centro da pista e, no momento do fechamento da prova, devem estar nesta área da pista, somente os bois determinados para o trio prender no curral. A equipe que pedir o fechamento do tempo e no curral houver algum boi de número ou cor diferente do determinado, será desclassificado.







*COMPORTAMENTO EM PISTA - O trio fica comprometido com a prova uma vez que entra na pista. Após o início da prova, o trio fica responsável pelos bois que forem determinados, caso um dos animais abandone a pista (seja pulando a cerca, ou passando através dela, ou mesmo que o animal venha a deitar ou cair), o trio tanto pode ser desclassificado, devido á brutalidade desnecessária, como também pode ser dado a ele o direito de repetição da prova, dependendo do que o Juiz decidir. O contato com o gado com as mãos, pés, chicote ou qualquer outra equipamento levará à desclassificação, exceto o contato do cavalo com o boi. O trio será desclassificado pelo Juiz caso acha algum tipo de brutalidade seja com o boi, com o cavalo ou mesmo alguma atitude anti-esportiva. A queda do cavalo e/ou cavaleiro não irá desclassificar e nem dar uma nova chance de prova ao competidor, entretanto qualquer tentativa de trabalhar o gado por parte do cavaleiro que não esteja montado resultará em desclassificação do trio.






*CLASSIFICATÓRIA - Cada competidor pode fazer no máximo 40 (quarenta) passadas e, cada trio, no máximo 3 (três) passadas, podendo isto ser modificado pela comissão organizadora da festa, como também o número de trios classificados para a final, podendo variar de acordo com o número de trios inscritos, não podendo ultrapassar o limite de 12 (doze) trios. A partir do momento em que tiverem o número de trios determinados para a final, iniciará o corte de tempo. Este consiste na apuração dos trios que fecharem com três bois com menor tempo, considerando o tempo da prova o maior tempo feito pelo último trio classificado e, assim, sucessivamente. Por exemplo, são classificados para o dia 5 (cinco) trios, e estes possuem os seguintes tempos:


Trio 1 — 40”2ls


Trio 2 — 55”68s


Trio 3— 59”Ols


Trio 4 — 1 ‘05”74s


TrioS— l’ll”22s


Nesta classificatória, será considerado o tempo de corte o tempo do trio 5, com o tempo de l’ll’ ‘22s. A partir deste momento, ao invés dos trios terem o tempo de 1 (um) minuto e 30 (trinta) segundos, utilizar-se-á o tempo de corte de 1 (um) minuto, 11 (onze) segundos e 22 (vinte e dois milésimos) o novo tempo da prova, variando de acordo com o andamento da prova, sempre considerando o tempo de corte o quinto menor tempo.






*DISPUTA FINAL — Disputarão a final os trios classificados com os menores tempos Após os trios classificados correrem a final e somado o tempo que cada trio realizou na classificatória com o tempo da final e dividindo por dois. Assim o trio que tiver o menor tempo será o campeão da prova.

Organização: Ademar Simões(Deba); Bernardo Simões e Diogo Dias

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Pura Realidade!

e-mail enviado por: Leonardo Oliveira


A Evolução da Educação.

Antigamente se ensinava e cobrava tabuada, caligrafia, redação, datilografia...
Havia aulas de Educação Física, Moral e Cívica, Práticas Agrícolas, Práticas Industriais e cantava-se o Hino Nacional, hasteando a Bandeira Nacional antes de iniciar as aulas..

Leiam o relato de uma Professora de Matemática:

Semana passada, comprei um produto que custou R$ 15,80. Dei à balconista R$ 20,00 e peguei na minha bolsa 80 centavos, para evitar receber ainda mais moedas. A balconista pegou o dinheiro e ficou olhando para a máquina registradora, aparentemente sem saber o que fazer.
Tentei explicar que ela tinha que me dar 5,00 reais de troco, mas ela não se convenceu e chamou o gerente para ajudá-la. Ficou com lágrimas nos olhos enquanto o gerente tentava explicar e ela aparentemente continuava sem entender. Por que estou contando isso?
Porque me dei conta da evolução do ensino de matemática desde 1950, que foi assim:


1. Ensino de matemática em 1950:
Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00. O custo de
produção é igual a 4/5 do preço de venda. Qual é o lucro?


2. Ensino de matemática em 1970:
Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00. O custo de produção é igual a 4/5 do preço de venda ou R$ 80,00. Qual é o lucro?


3. Ensino de matemática em 1980:
Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00. O custo de
produção é R$ 80,00. Qual é o lucro?


4. Ensino de matemática em 1990:
Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00. O custo de produção é R$ 80,00. Escolha a resposta certa, que indica o lucro
 ( )R$ 20,00 ( )R$ 40,00 ( )R$ 60,00 ( )R$ 80,00 ( )R$ 100,00


5. Ensino de matemática em 2000:
Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00. O custo de
produção é R$ 80,00. O lucro é de R$ 20,00.
Está certo?
( )SIM ( ) NÃO


6. Ensino de matemática em 2009:
Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00. O custo de produção é R$ 80,00.Se você souber ler, coloque um X no R$ 20,00.
( )R$ 20,00 ( )R$ 40,00 ( )R$ 60,00 ( )R$ 80,00 ( )R$ 100,00


7. Em 2010 vai ser assim:
Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00. O custo de produção é R$ 80,00. Se você souber ler, coloque um X no R$ 20,00. (Se você é afro descendente, especial, indígena ou de qualquer outra minoria social não precisa responder)
( )R$ 20,00 ( )R$ 40,00 ( )R$ 60,00 ( )R$ 80,00 ( )R$ 100,00


E se um moleque resolver pichar a sala de aula e a professora fizer com que ele pinte a sala novamente, os pais ficam enfurecidos pois a professora provocou traumas na criança.


Essa pergunta foi vencedora em um congresso sobre vida sustentável.



“Todo mundo está 'pensando' em deixar um planeta
melhor para nossos filhos...
Quando é que se 'pensará' em deixar filhos

melhores para o nosso planeta?"

domingo, 22 de agosto de 2010

ANTIGA LEGISLAÇÃO ELEITORAL



Clique na imagem para ver o original em tamanho maior

Lendo uma antiga publicação datada de 1954 intitulada O Mundo Ilustrado publicada por O Mundo Gráfica e Editora S.A um editorial assinado por Geraldo Rocha, presidente da revista, que fala sobre a Legislação Eleitoral vigente na época, percebe – se que houve duas importantes mudanças, as urnas eletrônicas e a Lei do Ficha Limpa, o resto continua quase como antes. Leia e tire sua conclusão.

A Legislação Eleitoral



APROXIMAM-SE as eleições e as nossas cidades têm as paredes literalmente cobertas de cartazes, contendo nomes as mais das vezes
completamente desconhecidos e sem a menor significação. Os nomes são precedidos de iniciais de partidos políticos que, também, nada significam, porque os seus programas pouco ou nada diferem uns dos outros, sendo, assim, indivíduos anónimos, apresentados por partidos cujos programas - são tão desconhecidos quanto os candidatos apresentados por eles. Eis a que se reduzem as eleições no nosso Brasil. uma competição entre ilustres desconhecidos apresentados por partidos que significam coisa alguma como ideias condutoras da nacionalidade. A obrigatoriedade das legendas partidárias trouxe, como conseqüência, a restrição da liberdade do eleitor. Realizou-se, no Brasil, o grande absurdo de se exigir uma legenda partidária para a apresentação do candidato, podendo este, após a eleição, abandonar a legenda para filiar-se a um outro partido ou permanecer como mandatário avulso, situação que a Lei não previu, quando se criou o regime em vigor no Brasil. A nossa organização eleitoral foi improvisada rapidamente e por isto o seu autor não teve tempo para prever os inconvenientes e defeitos que hoje todos constatamos. O desembargador Vicente Piragibe, como membro da comissão redatora da citada lei, já se insurgiu contra esses deficientes Dispositivos que hoje todos reconhecem, mas aIguns colegas, submissos à vontade ministerial, lhe negaram apoio e a obra foi posta em vigor com as falhas apresentadas pelo Integro magistrado e hoje é um monstrengo, de cujos defeitos o país se ressente na constituição dos órgãos políticos que legislam sobre a vida da Nação - O próprio Agamemnon Magalhães, que colaborou na organização da Lei Eleitoral, lutou com o Tribunal durante um ano para reconhecer Barbosa Lima como governa¬dor de Pernambuco e se bateu, como um leão, para conseguir vitória na própria eleição para governador, porque a lei era Imperfeita e facilmente surgiam lacunas difíceis de preencher. O dinheiro passou a ser um objetivo eleitoral predominante. Por defeitos da lei, o regime eleitoral do Brasil pas¬øou a ser uma plutocracia, na qual os postos ficam
à disposição de quem dispuser de maior soma de pecúnia para gastar. Em - São Paulo não se con¬segue uma cadeira de deputado sem um dispêndio, antecipado, de dois mil contos de réis. Em todos Os outros Estados impera o mesmo regime de suborno. O eleitorado de toda a parte exige, em troca do voto, propinas, não cogitando, em absoluto, dos programas dos candidatos, nem dos partidos ou legendas que os apresentam. Vimos, no Distrito Federal, vários candidatos dispenderem, às vezes, vários milhares de contos e serem iludidos pelos ca¬bos eleitorais que recebem dinheiro de vários can¬didatos, enganando a todos e sufragando, quase sem¬pre, ó nome de um amigo que lhe assegurou um emprêgo, do qual se utilizara para viver à larga, sem trabalho. As autarquias e repartições estão com os seus quadros repletos de empregados, todos representando o suborno do voto, criando-se, assim, um regime bem mais imundo e desprezível do que o voto falsificado ou extorquido pela força das armas dos regimes de antanho. Jamais testemunhamos corpos legislativos menos capazes e mais corruptos do que os atuais, escolhidos por eleições verdadeiras realizadas após a revolução de 1930. No regime monárquico, quando as eleições no interior e mesmo nas capitais se decidiam no bacamarte, tinhamos representantes cultos e íntegros, do quila¬te dos estadistas do Império, de cujos feitos ainda hoje nos enchemos de justo orgulho. Sobreveio a República e o processo eleitoral evoluiu para a ata falsa, escolhendo os chefes locais os eleitos inclui-dos nas atas, que eram apuradas ou depuradas nas Câmaras legislativas e os eleitos pela fraude chamavam-se Ruy Barbosa, José Mariano, Martins Júnior, Calogeras, Epitácio Pessoa e outros vultos, cujos nomes várias gerações de brasileiros pronun¬ciam cheios de justo orgulho e entusiasmo, pelos feitos que realizaram. Não pode ser maior a decepção que nos trouxeram as organizações legislativas do último pleito e receamos muito que a situação venha a se apresentar com aspecto bem menos apreciável no próximo período, quando os eleitos forem selecionados segundo o regime estabelecido pela legislação em vigor. Generaliza-se o avanço sobre os dinheiros públicos para o custeio das eleições a realizar-se em Outubro próximo, e muitos candidatos
procuram, por processos lícitos ou ilícitos, arranjarem o dinheiro indispensável para satisfazer -as exigências do eleitorado incontestável. Urge, pois uma reforma urgente para impedir que a plutocracia. açambarque todos os postos legislativos, vendendo o pais para arranjar recursos com que pagar os gastos eleitorais de cada um. A lei cogitou de arranjar cinquenta mil nomes para o registro de uma legenda partidária, indispensável para permitir que alguém se apresente para disputar qual. quer eleição; não cogitou, porém, o legislador do exigir a apresentação de um programa indispensável para, em torno da ideia, agrupar os eleitores e constituir um partido politico digno de subsistir. Procuro, com atenção, ler todos os cartazes que cobrem os muros da nossa «urbs», buscando um ligeiro indicio de um programa de realizações, mas vejo, apenas, nomes, alguns dos quais desopilantes que se apresentam, como candidatos, tendo como atrativo, apenas, a comicidade dos apelidos com que se dão a conhecer ao eleitorado. Nenhum dos candidatos a senador, deputado ou vereador, diz que programa pretende realizar. Todos, ao que parece, desejam o subsídio que por sinal não basta para cobrir as múltiplas despesas da eleição, parecendo, -assim, que o candidato encara outras possibilidades lucrativas a retirar do posto e para alcançá-lo se toma indispensável conseguir o concurso dos votos, para poder, assim, cobrir as despesas do pleito. Na eleição passada, alguns candidatos conseguiram do Presidente Dutra tarefas de estradas que, vendidas a empreiteiros, valeram a estes candidatos milhares de contos gastos com as eleições, guardando os candidatos avultadas parcelas que incorporaram ao seu património pessoal. O Departamento de Estradas de Rodagem tem muito que informar a tal respeito. Temos, agora, nomes em profusão, candidatos a postos diversos, todos eles pobres de ideias e ricos em ambições. Vários deles nem com a leitura dos nomes Inscritos nos cartazes dizem coisa alguma á massa de leitores que os contemplam. chamam-se Podalirio, Rios Lagos, Novale e outras esquisitices que ninguém jamais ouviu pronunciar. A reforma eleitoral se impõe como ato imediato, pois esta farsa do voto não pode continuar,

sábado, 14 de agosto de 2010

Artista brasileiro radicado nos EUA faz esculturas em pontas de lápis


Arte na ponta do lápis





Apontando seus lápis com uma lâmina de barbear, ele descobriu a textura macia do grafite e começou a experimentar, primeiro esculpindo nomes na madeira dos lápis.

O escultor chegou a experimentar outros materiais como giz, sabão e casca de árvore, mas optou pelo grafite de lápis número 2 e de lápis de carpinteiro.

Suas obras hoje estão na exposição Meticulous Masterpieces: Contemporary Art by Dalton Ghetti, Les Lourigan e Jennifer Maestre, no New Britain Museum of American Art, em New Britain, Connecticut.




Sem tecnologia


Carpinteiro por profissão, Ghetti pode levar meses e até anos para completar suas mini-esculturas.


Ele não usa lente de aumento ou nenhuma tecnologia, apenas lâminas de barbear e agulhas de costura. Ele procura sentar sob luz bem forte, de preferência do sol, e só trabalha nas esculturas durante uma hora e meia por dia, para poupar a vista.


Sua escultura mais famosa, Alphabet, de 2005, em que esculpiu todas as letras do alfabeto em pontas de 26 lápis, foi completada em dois anos e meio.

Em outras ocasiões, ele esculpiu ferramentas de seu dia-a-dia, como serras e um martelo. Na série Correntes, ele esculpiu o grafite do meio do lápis, unindo as duas pontas.


"Eu me interesso pelas coisas pequenas da vida - insetos, mariposas, aranhas. Passo um longo tempo observando-os. Tem todo um mundo microscópico por aí que as pessoas sequer notam", diz ele.


No passado, o público recebeu lentes de aumento ao visitar suas exposições, para poder ver os detalhes das esculturas.

"As pessoas veem minhas esculturas e olham de novo, de mais perto, e dizem: 'ah, tem algo aí'. Vivemos em uma sociedade de alta velocidade e não temos tempo para parar e refletir - é tudo vai, vai, vai. Eu espero que essas obras façam as pessoas parar e se dar conta de que há beleza em coisas pequenas."


Atualmente, Ghetti trabalha em um projeto em homenagem às vítimas dos atentados de 11 de setembro, em Nova York, em que vai esculpir uma lágrima em um lápis para cada morto na tragédia.


Ao todo, serão 3.000 mini-lágrimas que, juntas, formarão uma lágrima enorme. Ele estima que vai levar cerca de dez anos para completar o projeto.
O artista brasileiro Dalton Ghetti, baseado nos EUA, esculpe o grafite de lápis. sua escultura mais famosa, Alphabet, levou dois anos e meio para ficar pronta. (Foto: STHPHOTO.com)
Ghetti usa apenas lâminas de barbear e agulhas de costura para esculpir suas peças. Elas podem levar meses para ficar prontas. (Foto: STHPHOTO.com)
O escultor também faz referências às ferramentas usadas no seu dia-a-dia, como esta serra. A exposição fica em cartaz no New Britain Museum of American Art até o dia 29 deste mês. (Foto: STHPHOTO.com)O artista brasileiro Dalton Ghetti, baseado em Connecticut, nos Estados Unidos, esculpe pontas de lápis desde que era criança, na escola.
Ghetti começou a esculpir grafite quando ainda era estudante escolar, no Brasil. No passado, o público recebeu lentes de aumento em suas exposições. (Foto: STHPHOTO.com)
O escultor, que trabalha no dia-a-dia como carpinteiro, diz que aprecia as coisas pequenas da vida, e por isso começou a esculpir os lápis. (Foto: STHPHOTO.com)
)"Se as pessoas pararem para olhar minhas peças, então, espero que percebam que há beleza nas pequenas coisas da vida", diz ele. (Foto: STHPHOTO.com)
Na série Correntes, ele esculpiu o grafite do meio do lápis, unindo as duas pontas. (Foto: STHPHOTO.com)
















Fonte: BBC