sábado, 31 de julho de 2010

Francisco Sá 32 anos antes.

 Veja nessa edição uma interessante entrevista com o ex-prefeito Ronaldo Ramon, na época vereador líder do prefeito no legislativo local expondo seus pontos de vista sobre o cotidiano do Brejo. Em 10 respostas falou sobre sua vida, eleições indiretas, momento politico, comunismo, baile de debutantes, má fase da pecuária e sexo,  numa visão bem humorada dos fatos.
Veja também a coluna do Clésio, sítios arqueológicos, festa do alho e outros assuntos.



                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                   


quarta-feira, 28 de julho de 2010

Brasileiro é condenado por vários crimes no Japão

Ele é um dos passageiros do Celsior que atropelou três japoneses em Nagoya


Japão , Aichi
O brasileiro M.A.T. de 36 anos de idade, residente em Iwakura foi condenado no dia 23 pela Corte do Distrito de Nagoya a um ano e dois meses com trabalhos forçados por tentativa de assalto a um mercado, roubo de máquina registradora de um restaurante, roubo de um caminhão de carga e dois outros veiculos.


Ele é um dos passageiros do Celsior que atropelou e matou três japoneses, em fevereiro, no bairro de Atsuta, Nagoya.


De acordo com a sentença, M.A.T. e outros brasileiros teriam roubado veículos em Konan e invadido restaurantes em Kuwana, Mie, entre dezembro de 2009 a janeiro de 2010.


Segundo Gilberto Pereira da Silva, que está cuidando do caso de M.A.T., o acusado já estava detido há dois meses. "O tempo a ser cumprido será de um ano", afirmou Gilberto, que vai entrar com um pedido de liberdade condicional.


Gilberto alega que conseguiu o termo de conciliação (jidan) de quatro das cinco vítimas e familiares das vítimas. "Como o acusado tem visto permanente, tem trabalho e a esposa pode cuidar dele, é grande a possibilidade de conseguir a condicional", afirmou. O brasileiro M.A.T. ainda não teria sido transferido da cadeia pública para o presídio.

segunda-feira, 26 de julho de 2010

A Formula1 continua suja!


Felipe Massa abre mão da vitória seguindo ordens de sua equipe
Após o término do GP da Alemanha, jornais de vários paises criticaram a atitude da Ferrari e de seus pilotos considerando como atitude anti-desportiva e quebra de regulamento a ultrapassagem de Alonso sobre Massa. Até o lacônico Michael Schumacher (que já esteve envolvido em vários casos, onde a Ferrari mandava o Rubinho ceder o lugar para ele) disse”Sinto muito por Felipe, que é um amigo, mas eu compreendo que no mundo da F1 apenas um pode vencer”


Massa de mau humor e obviamente decepcionado deu declaração diplomática: “Eu merecia ganhar”? Acho que sim. O inicio da corrida foi fantástico e tinha um ritimo muito bom, mesmo com os pneus duros, ao receber comentários de meu engenheiro, resolvir fazer o melhor para a equipe.

Fatos como esses são negativos para a imagem da formula 1, e deixa claro que nem sempre vence o melhor,todos perceberam que na pista Alonso não conseguiria a ultrapassagem sobre massa.

Os pilotos que estão no topo da classificação do campeonato são prejudicados porque Alonso conseguiu diminuir a diferença de pontos de forma ilegal.

A Ferrari foi multada em dinheiro, mas os pontos foram computados, em uma equipe que sobra dinheiro, a punição beneficiou o infrator

Veja abaixo uma matéria publicada na BBC narrando os fatos


Muita obediência, pouca competitividade

Daniel Gallas


Felipe Massa fez uma excelente corrida. Na primeira curva, deixou Vettel e Alonso para trás e assumiu a liderança da corrida. Depois disso, só esteve atrás na corrida quando parou nos boxes.


Massa estava bem posicionado para ganhar sua primeira corrida desde o horrível acidente na Hungria no ano passado.


Isso só até Fernando Alonso começar a andar mais rápido. Caso Felipe continuasse brigando para manter a liderança, a primeira dobradinha da Ferrari estaria ameaçada, com a chance de o terceiro colocado, Sebastian Vettel, estragar a festa italiana.


Com jogo de equipe, Alonso poderia disparar na prova, e Massa - que estava de fato com o carro mais lento naquele momento - seguraria Vettel em terceiro, garantindo mais pontos à escuderia.


A 18 voltas do fim, a ordem da Ferrari para Massa pelo rádio veio cheia de eufemismos, para evitar que a equipe seja punida por ordenar explicitamente o jogo sujo. "Ok, Felipe, Alonso está mais rápido que você. Por favor, me confirme que você entendeu essa mensagem."


Massa respondeu deixando Alonso passar e ouviu pelo rádio: "Bom rapaz".


Por mais escancarada que tenha sido a ordem da equipe, a Ferrari poderá sempre alegar que simplesmente apresentou o problema a Massa, e que coube ao piloto tomar a decisão.


Fernando Alonso, que em outros tempos já se beneficiou de ordens de equipe e da condescendência de companheiros brasileiros de equipe, não precisa justificar muito sobre sua 23a vitória na carreira.


Já Felipe Massa pode falar poucas coisas em sua defesa. Tomou a decisão em prol da equipe e recebeu muitos elogios internos por isso, mas decepcionou a todos que torcem por ele.


Antes do GP da Alemanha, Massa estava apenas 31 pontos atrás de Alonso, com ainda nove corridas em aberto. É difícil acreditar que qualquer outro piloto se submetesse tão candidamente às ordens da equipe, em detrimento de uma chance de vencer a corrida.


O que se vê na F-1 é o oposto. A competitividade é tão grande e feroz que mesmo pilotos da mesma equipe fazem quase qualquer coisa para ganhar cada corrida. Na rival Red Bull, os companheiros Mark Webber e Sebastian Vettel chegaram a se chocar em plena corrida neste ano, na luta pelo primeiro lugar. Ninguém aceita perder na F-1, o que faz o esporte tão divertido.


Sem pestanejar, Massa abriu mão de suas ambições na tabela para ajudar um companheiro de equipe em um momento da temporada em que ambos ainda têm plenas condições de lutar pelos mesmos resultados. É difícil imaginar um grande campeão - como o próprio Fernando Alonso - fazendo o mesmo em uma situação semelhante.


A espantosa obediência de Massa revela o quão pouco competitivo o piloto se tornou nesta temporada.

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Apesar de progresso, Brasil permanece um dos mais desiguais do mundo, diz ONU


Apesar dos progressos sociais registrados no início da década passada, o Brasil continua entre os países mais desiguais do mundo, segundo atesta um relatório do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), que será divulgado nesta sexta-feira.



O índice de Gini - medição do grau de desigualdade a partir da renda per capita - para o Brasil ficou em torno de 0,56 por volta de 2006 – quanto mais próximo de um, maior a desigualdade.


Isto apesar de o país ter elevado consideravelmente o seu índice de desenvolvimento humano – de 0,71 em 1990 para 0,81 em 2007 – e ter entrado no grupo dos países com alto índice neste quesito.


O cálculo do indicador de desigualdade varia de acordo com o autor e as fontes e a base de dados utilizados, mas em geral o Brasil só fica em melhor posição do que o Haiti e a Bolívia na América Latina – o continente mais desigual do planeta, segundo o Pnud.


No mundo, a base de dados do Pnud mostra que o país é o décimo no ranking da desigualdade.


Mas os dados levam em conta apenas 126 dos 195 países membros da ONU, e em alguns casos, especialmente na África subsaariana, a comparação é prejudicada por uma defasagem de quase 20 anos de diferença.


Na seleção de países mencionada no relatório do Pnud, os piores indicadores pela medição de Gini são Bolívia, Camarões e Madagascar (0,6) e Haiti, África do Sul e Tailândia (0,59). O Equador aparece empatado com o Brasil com um indicador de 0,56.


Colômbia, Jamaica, Paraguai e Honduras se alternam na mesma faixa do Brasil segundo as diferentes medições.


Desigualdade e mobilidade


O relatório foca no problema da desigualdade na América Latina, o continente mais desigual do mundo, segundo o Pnud. Dos 15 países onde a diferença entre ricos e pobres é maior, dez são latino-americanos.


Em média, os índices Gini para a região são 18% mais altos que os da África Subsaariana, 36% mais altos que os dos países do leste asiático e 65% mais altos que os dos países ricos.


O documento traça uma relação entre a desigualdade e baixa mobilidade social, caracterizada pelo círculo de aprisionamento social definido pela situação familiar de cada indivíduo.


No Brasil e no Peru, por exemplo, o nível de renda dos pais influencia a faixa de renda dos filhos em 58% e 60%, respectivamente.


No Chile esse nível de pré-determinação é mais baixo, 52% - semelhante ao da Inglaterra (50%).


Já nos países nórdicos, assim como no Canadá, a influência da situação familiar sobre os indivíduos é de 19%.


Alemanha, França e Estados Unidos (32%, 41% e 47%, respectivamente) se incluem a meio do caminho.


"A mobilidade educacional e o acesso à educação superior foram os elementos mais importantes na determinação da mobilidade socioeconômica entre gerações."


Relatório do Pnud


No campo educacional, os níveis de educação dos pais influenciam o dos filhos em 55% no Brasil e em 53% na Argentina. No Paraguai essa correlação é de 37%, com Uruguai e Panamá registrando 41%.


A influência da educação dos pais no sucesso educacional dos filhos é pelo menos duas vezes maior na América Latina que nos EUA, onde a correlação é 21%.


"Estudos realizados em países com altos níveis de renda mostram que a mobilidade educacional e o acesso à educação superior foram os elementos mais importantes na determinação da mobilidade socioeconômica entre gerações", afirma o relatório.


Para o Pnud, a saída para resolver o problema da desigualdade na América Latina passa por melhorar o acesso das populações aos serviços básicos – inclusive o acesso à educação superior de qualidade.


O relatório diz que programas sociais como o Bolsa Família, Bolsa Escola e iniciativas semelhantes na Colômbia, Equador, Honduras, México e Nicarágua representaram "um importante esforço para melhorar a incidência do gasto social" na América Latina, sem que isso tenha significado uma deterioração fiscal das contas públicas.


"No que diz respeito à distribuição (de renda), as políticas orientadas para o combate à pobreza e à proteção da população vulnerável promoveram, na prática, uma incidência mais progressiva do gasto social, que por sua vez resultou em uma melhor distribuição da renda."

Fonte BBC

domingo, 18 de julho de 2010

O Coronelismo, ontem e hoje.


O Coronelismo foi um sistema de poder político que vicejou na época da República Velha (1889-1930), caracterizado pelo enorme
poder concentrado em mãos de um poderoso local. Ele não só marcou a vida política e eleitoral do Brasil de então como fez por contribuir para a formação de um clima muito próprio, cultural, musical e literário que fez da sua figura um participante ativo do imaginário simbólico nacional. Identificado com o Brasil do passado, agrário, rústico e arcaico, ele ainda sobrevive em certas comarcas e em certos estados do Nordeste brasileiro como o poderoso "mandão local", uma espécie de velho barão feudal que, desconsiderando as razões do tempo e da época, insiste em manter-se vivo e atuante.


O título de coronel remonta à criação da Guarda Nacional, em 1831, pelo governo imperial, em substituição às milícias e ordenanças, com a finalidade de defender a constituição e a integridade do império. Como seus quadros eram nomeados pelo governo central ou pelos presidentes de província, o tráfico de influências e a corrupção política logo dominaram o sistema.


A patente de coronel tornou-se equivalente a um título nobiliárquico, concedida de preferência aos senhores de terras, que assim adquiriam autoridade para impor a ordem sobre o povo e os escravos. Sem vigilância direta, perdido nas distâncias e defendido por um partido nos excessos que cometesse, o coronel personificou a invasão particular da autoridade pública, favorecido pelo sistema que o nomeava e sustentava.


Opor-se ao governo do estado, exceto no caso de municípios mais ricos, implicava sérias privações para o chefe municipal e seus seguidores. A vitória eleitoral do coronel de oposição foi sempre fato raro, pois a máquina do governo na política, no fisco, na justiça e na administração trabalhava contra ele. Se eleito, precisava de recursos que dificilmente viriam sem concessões de sua parte. Além disso, o governo podia seduzir os chefes da oposição, sempre que se mostrassem mais eficazes que seus correligionários na arregimentação de votos.


Materialmente o mundo dos coronéis era povoado pela escassez de tudo e pela pobreza quase que absoluta, quando não miséria dos moradores, o que explica a enorme dependência que todos tinham dele.


Ele era um pode-tudo a quem era preciso recorrer nas mais diversas situações, sendo portanto compreensível que o coronel exigisse daqueles que se qualificavam como votantes, o compromisso da fidelidade. Na ausência quase que absoluta do Estado, era o coronel quem exercia as mais variadas funções, sendo simultâneamente o detentor do poder político, jurídico e legislativo do município que lhe cabia, fazendo com que sua autoridade cobrisse todos os espaços daquela geografia da solidão O voto de cabresto foi decorrência disso. O eleitor trocava o seu voto por um favor. Este poderia ser um bem material (sapatos, roupas, chapéus, etc.) ou algum tipo de obséquio (atendimento médico, remédios, verba para enterro, consulta médica, matrícula em escola, bolsa de estudos, etc.). Esta placidez obediente dos que tinham direito a votar fazia com que eles fosse integrantes do curral eleitoral. Ao comportarem-se nas eleições tais como bois mansos era inevitável que os considerassem como gente de segunda classe, incapaz de reagir ao despotismo do manda-chuva.


Os coronéis, enfim, fizeram o processo eleitoral funcionar a favor deles, em detrimento dos poderes regionais e, em seguida, dos municipais. Para ampliar ainda mais o seu mando tornaram-se comuns práticas ilícitas de manipulação eleitoral, tais como o eleitor-peregrino (o sujeito que votava diversas vezes) ou o eleitor-fantasma (não davam baixa dos mortos das listas eleitorais, permitindo que alguém votasse em nome deles, fazendo deles "defuntos cívicos" que levantavam da tumba para irem até as juntas eleitorais), e mais toda uma série de trapaças outras que pertencem Como não poderia deixar de ser a literatura brasileira foi pródiga neste século em abrigar as façanhas e malvadezas dos coronéis. O mundo rural, violento e rústico, onde eles se moviam, mereceu copiosas descrições, e os "causos" em que eles foram participantes ativos viraram contos ou histórias dos romancistas e dos roteiristas das telenovelas brasileiras, quando não os próprios coronéis ao riquíssimo folclore político brasileiro.


Nas ultimas décadas do século, a população rural correu para as cidades, atraída inicialmente pelo processo de industrialização e deixou de usar a enxada como instrumento de trabalho, a relação entre o coronel e o voto de cabresto parece sobreviver sob novas formas diversificadas de "coronelismo" no Brasil urbano


A relação de reciprocidade ganha novos contornos e amplia a sua esfera para outras arenas: a vaga na escola só é concedida pelo vereador - a rede de água e esgoto ou a instalação elétrica compete ao deputado estadual; e os investimentos em transporte ou pólos de desenvolvimento ficam com os deputados federais e os senadores.


As políticas públicas acabam sempre privatizadas pelas verbas distribuídas diretamente aos parlamentares, pela contratação de cabos eleitorais para assumir funções nobres em órgãos públicos ou pelos "currais comunitários" desenvolvidos pelos "coronéis modernos".


E o que dizer do coronelismo eletrônico? O advento das mídias eletrônicas de massa e sua universalização, num país onde os baixíssimos níveis de educação da população as transformam num meio hegemônico de informação e, mais grave que isso, num meio hegemônico de formação e de indução de modas e costumes, ensejam o surgimento de uma versão eletrônica do fenómeno do coronelismo, infinitamente mais abrangente e perigoso que a versão anterior.


Quem, não por acaso, deu o impulso definitivo a esse surgimento foi um dos mais legítimos representantes dessa versão brasileira do caudilhismo, o ex-senador Antonio Carlos Magalhães que, quando ministro das Comunicações do governo José Sarney, distribuiu canais de radio e televisão a todos os grupos políticos regionais dominantes, especialmente no Norte e Nordeste do País, e articulou a filiação de muitos desses canais à mais poderosa das redes privadas de televisão, à qual ele estava, na época, umbilicalmente ligado. Assim nasceu a relação de crescente promiscuidade entre o poder político e o poder da mídia que desvirtua a democracia brasileira.


Veja um retrato desse quadro:


Os políticos controlam ¼ das emissoras comerciais de televisão do Brasil: 60 de um total de 250. Esse número se refere apenas aos veículos que detêm concessão governamental para reger programação. A Rede Globo tem 21 filiais pertencente a políticos, o SBT tem 17, a Bandeirantes 9. entre os políticos que vivem de retransmitir e vender programação da Globo em seus estados estão os ex-presidentes Jose Sarney e Fernando Collor de Mello, os governadores Roseana Sarney (MA), Garibaldi Alves Filho (RN) e Albano Franco (SE), o ex-senador e ex-governados da Bahia Antonio Carlos Magalhães e o atual senador Antonio Carlos Magalhães Junior (BA), e mais um ex-senador, oito deputados federais e um estadual. Entre os que vivem do SBT, estão o governador Tarso Jereissati (CE), o presidente interino do Senado, Edison Lobão (MA), três ex-governadores (Quércia, Paulo Pimentel e Nilo Coelho) e mais quatro deputados federais. Ligados a Bandeirantes, há três senadores - entre eles o licenciado Jader Barbalho (PA). E há ainda as redes menores, todas com sua coleção de políticos.


Uma vez estabelecida à ligação entre essas duas pontas, ela ganha uma dinâmica própria virtualmente impossível de deter.

terça-feira, 13 de julho de 2010

13 de julho - Dia Mundial do Rock

Nesta terça-feira (13), é comemorado o Dia Mundial do Rock.



Mas porque 13 de julho? Foi nesse dia no ano de 1985 que Bob Geldof, vocalista da banda Boomtown Rats, organizou aquele que foi sem duvida o maior show de rock da Terra, o Live Aid – uma perfeita combinação de artista lendários da história da pop music e do rock mundial,com a renda convertida em beneficio das vitimas da fome na Etiópia.


Os shows aconteceram no dia 13 de julho de 1985, simultaneamente em Londres, no Wembley Stadium, e na Filadélfia, no JFK Stadium, e foram transmitidos ao vivo por um pool de emissoras de TV por todo o mundo. Desde então, institui-se o dia 13 de julho como Dia do Rock.


Na Inglaterra, apresentaram-se Status Quo, Style Council, Adam Ant, Boomtown Rats, Spandau Ballet, Elvis Costello, BB King, Sade, Sting, Phil Collins, Bryan Ferry, U2, Dire Straits, Queen, David Bowie, Who, Elton John e Queen, entre outros.


Nos Estados Unidos, tocaram Joan Baez, Black Sabbath, Run DMC, Crosby, Stills & Nash, Judas Priest, Bryan Adams, Beach Boys, Simple Minds, Pretenders e Santana, entre outros.


O evento foi a culminação de uma série de ações beneficente organizadas por Geldof, em prol das vítimas da fome, que iniciaram no final de 1984, com a gravação da música "Do They Know It's Christmas Time at All". O single reunia a nata do pop inglês dos anos 80, artistas como Sting, Boy George e Simon LeBon (do Duran Duran).


Geldof afirma ter-se engajado na causa humanitária africana depois de assistir a uma reportagem da BBC sobe a fome na região da Eritréia.


Para administrar as arrecadações e poder promover mais ações beneficentes, Geldon fundou o Band Aid Trust, fundação administrada por ele e um grupo de curadores. Em apenas um ano de vida, entre 84 e 85, a fundação arrecadou mais de US$ 80 milhões.


As iniciativas de Geldof geraram movimentos semelhantes em outros lugares do mundo --o mais famoso deles, o USA for Africa, que promoveu a gravação da música "We Are the World", de Michael Jackson e Leonel Richie, com Cyndi Lauper, Bruce Springsteen, Ray Charles, Diana Ross e outros astros do pop americano.


Em 2005, no dia 2 de julho, Geldof e Bono Vox organizaram um novo evento beneficente, o Live8, para pedir que os países credores perdoem a dívida dos países africanos endividados afetados pela fome. O evento, que emprestou seu nome do encontro do G8 (sete países mais industrializados do mundo e a Rússia), acontecido de 6 a 8 de julho na Escócia, reuniu artistas como Björk, Madonna, Paul McCartney e o grupo Pink Floyd.


A entrada para os shows era gratuita. Segundo Geldof, o intuito era chamar a atenção dos países do G8 para a mobilização que teve shows em Tóquio, Berlim. Milão, Londres e outras grandes cidades do mundo.

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Polvo Paul está em perigo




Após acertar os ganhadores dos jogos da Copa da África, o polvo Paul corre risco eminente de retaliação, o molusculo morador de um aquário em Oberhausen está na mira de um Chef do restaurante que pretende servir o Paul no azeite pelo fato de prever a desclassificação da Alemanha no jogo contra a Espanha.


Paul conseguiu fama mundial e tem seus defensores, a ministra do Meio Ambiente Espanhola, Elena Espinosa reiterou que vai solicitar que “haja uma proteção para o polvo Paul” e evitar que se seja servido em banquete para deleite dos Alemães.


O Presidente Lula, se evitado o abate de Paul, poderia solicitar ao molusculo fazer uma previsão sobre as eleições presidencial no Brasil.


Com 100% de acertos no resultado dos jogos e literalmente um pé quente, parece que o polvo virou o culpado pelo fracasso Alemão na copa, aqui no Brasil sem Mãe Dinah a culpa ficou mesmo com o Dunga.

Por: Homero Escorsoni

segunda-feira, 5 de julho de 2010

PORQUE RONALDINHO NÃO FOI A COPA DA ÁFRICA!

Marca diz que jogador brasileiro parece estar aproveitando bem as férias no Rio de Janeiro



O diário espanhol Marca destacou em seu site, nesta segunda-feira (5), a forma física que o meia brasileiro Ronaldinho Gaúcho está exibindo em suas férias do futebol.



A publicação veiculou uma foto do craque, acompanhada do título "O verão cobra seu preço a Ronaldinho". Segundo o texto, o jogador está aproveitando muito bem suas férias na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro, e "não está economizando em nada, se levarmos em consideração a suspeita barriga que exibe".


Ronaldinho exibe sua forma física atual, no Rio de Janeiro (Reprodução / Marca.com)

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Francisco Sá 32 anos antes.